O Tribunal de Justiça de Mato Grosso irá retomar o pedido de revogação da prisão preventiva do deputado estadual Mauro Savi (DEM). O parlamentar está preso no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC), desde o dia 9 de maio, após ser deflagrada a segunda fase da Operação Bereré, pelo Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco).

Acusado de chefiar um esquema criminoso que desviou cerca de R$ 30 milhões dos cofres públicos, através do contrato entre a EIG Mercados Ltda e Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), Savi, teve o início do recurso julgado no último dia 24. Após pedido de vistas do processo solicitado pelo desembargador Marcos Machado, o julgamento foi suspenso. Anteriormente, 16 haviam se manifestado pela manutenção da prisão do democrata, e pela liberdade, apenas dois foram a favor.

O parlamentar é acusado de ser um dos líderes da organização criminosa que desviou dinheiro público através de um contrato fraudulento firmado entre a EIG Mercados Ltda. e o Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

FOTO DE PAULO TAQUES
Ex-chefe da Civil, Paulo Taques, está preso suspeito de integrar esquema  Foto: unicanews.com.br

Outras cinco pessoas suspeitas de integrar o esquema estão detidos preventivamente o ex-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, seu irmão Pedro Zamar Taques, ambos primos do governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), os empresários José Kobori, Claudemir Pereira dos Santos, conhecido como “Grilo” e Roque Anildo Reinheimer.

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