Com apenas 9 anos, gaúcho de Lajeado coleciona conquistas nacionais em provas do laço

5 de fevereiro de 2019


Com apenas 9 anos de idade, Alan Coutinho, morador de Lajeado, no Rio Grande do Sul, já ostenta diversas conquistas nas provas de laço que disputa desde os 6 anos de idade. O garoto é uma das maiores promessas para o futuro e o pai dele, o fisioterapeuta e empresário, Glaucio Coutinho, é o treinador e maior incentivador do pequeno atleta. “Aos sete meses de vida ele já andava sozinho em um pônei. Andava em pelo né. Aí com 2 anos e pouco ele andava de cavalo sozinho pra todos os lados.”

Não demorou muito e o garoto prodígio começou a disputar campeonatos. “É uma paixão que vem de berço, é uma paixão que é como se fosse futebol. Os 10 ou 15 segundos em cima do cavalo é como se fosse aquele momento de bater um pênalti, fazendo uma analogia. Então com 4 anos e 8 meses ele ganhou o segundo lugar na categoria Piá. Depois com 5 anos e 8 meses ele ganhou o primeiro lugar. Mas isso em competições aqui na região, em rodeios daqui”, conta o pai.

Depois disso, aos 7 anos, Alan foi o mais jovem a laçar na final no Crioulaço Nacional. No mesmo ano o menino alcançou a 3ª colocação no Rodeio Internacional de Vacaria. Aos 8, o garoto foi o 2º melhor no Congresso Nacional de Laço Comprido na Expointer. Em 2017, depois de muitos treinos e de aprimorar as técnicas, o garoto voltou na Expointer, foi o campeão no mesmo congresso e ainda no Laço Técnico, competindo com jovens de até 18 anos.

O ano de 2018 começou e as conquistas continuaram. Alan foi campeão das duplas Força ‘D’ no 32º Rodeio Internacional de Vacaria e como prêmio, ganhou uma moto. No mesmo evento, foi 2º colocado no Vaca Parada até 10 anos incompletos. Depois conquistou o título no Laço Piá no Nacional do Crioulaço, com atletas de até 12 anos incompletos. Pra fechar o ano com chave de ouro, Alan conquistou o 1º lugar no Laço Jovem do Congresso Brasileiro do Q.M – Expointer.

Com tantos resultados positivos, o pai, feliz com o que foi alcançado em tão pouco tempo, é confiante ao dizer que espera voos ainda mais altos no futuro. “Com educação, com treinamento, com humildade, a gente gostaria de chegar aonde chegou tantos outros colegas nossos, gente que a gente respeita demais no laço. Eu queria que ele fosse campeão de tudo né. Mas vamos ver, vamos lá.”

Direto da Redação, Bruno Bortolozo

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