Na semana passada tivemos o início da montagem do Governo do presidente eleito. Alguns ministros que já tinham sido apontados desde a campanha, como o General Heleno para a Defesa, Paulo Guedes para a Fazenda e Onyx Lorenzoni para a Casa Civil. Nesta primeira semana foram confirmados também Marcos Pontes para a Ciência e Tecnologia e Sérgio Moro para a justiça.

O nome do juiz da Operação Lava Jato é o de maior expressão indicado até agora para a equipe ministerial. Ele terá que abdicar do cargo vitalício de juiz federal para exercer o cargo de ministro do próximo Governo. A atitude vem sendo bastante criticada, especialmente por aqueles que sempre foram contrários a Moro. Ele tem maior popularidade que o próprio presidente eleito, uma vez que sua rejeição é menor. Muitos têm visto que Moro pode ser um moderador para o próximo Governo, por sua independência e autonomia.

Em nível estadual a transição transcorre com muito silêncio. O Governador eleito já indicou sua equipe e os diálogos estão acontecendo de forma bem discreta. A meu ver eles estão se fechando para evitar as pressões por cargos, típicos deste momento. Também um certo exibicionismo que acontece em algumas transições.

Na assembleia Legislativa continuam as articulações em torno da eleição da mesa. Tive a oportunidade de entrevistar a deputada Janaína Riva (MDB) e também o delegado Claudinei (PSL), que se colocam como candidatos. Porém o amplo favoritismo é de Eduardo Botelho (Dem), que já teria entre 18 e 20 votos. A disputa ficaria em torno da composição da mesa.

Acompanhamentos os próximos passos.

 

Veja o vídeo.

 

 

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