Sem muitas polêmicas, presidenciáveis falam de desemprego, economia e saúde


Com pouco mais de três horas de duração, o primeiro debate entre os presidenciáveis na noite desta quinta-feira (9) na TV Band não teve como foco temas polêmicos, em um discurso um pouco mais ameno entre os candidatos. Alguns dos pontos de discussão foram a situação econômica do país, com altas taxas de desemprego, a questão da saúde no Brasil, educação, segurança pública e violência contra mulher, direitos trabalhistas e o posicionamento no que diz respeito a liberação do aborto ou não.

Logo de início, o candidato Cabo Daciolo (Patriota) deu um basta no que chama de velha política e disse que o caminho é investir em educação. “Você tem direito ao trabalho e eu vou te dá trabalho”.

Sobre contratação de trabalhadores, o candidato tucano Geraldo Alckmin afirmou que o Brasil precisa voltar a gerar emprego e renda. “Precisamos trabalhar a parte fiscal sem aumentar impostos, com simplificação tributária, abertura da econômica, entrar na aliança ado Pacífico e reduzir custos no Brasil. O Brasil ficou caro e perdeu competitividade, tem que crescer forte e melhorar os salários”.

Candidata pelo partido Rede, Marina Silva disse que o país continua enfrentando os mesmos problemas de quatro anos atrás. Lembra que, em 2014, foram 59 mil mortes de pessoas por anos e hoje esse número ultrapassa a marca dos 63 mil. “Tenho compromisso para fazer o Brasil que voltar a crescer. O desafio é ter credibilidade social”.

Já Jair Bolsonaro destacou que nunca ter integrado o Executivo e que para melhorar a situação econômica do país e preciso de abertura total da economia. “Voltar a fazer comércio com todos sem viés ideológico, ser desburocratizado, pois isso desestimula abertura de empresa”.

Ao fazer uso da palavra pela primeira vez, o candidato do Psol, Guilherme Boulos, disse que o ex-presidente Lula deveria estar no debate. “Mas, ele está preso no Paraná enquanto Temer está solto em Brasília. Precisamos revogar as medidas tomadas pelo Temer, como a reforma da emenda constitucional nº 95 que fez corte nos investimentos sociais.  Hoje quem menos tem paga mais”.

Henrique Meirelles, candidato do MDB lembrou quando foi presidente do Banco Central e diz que no período houve criação de empregos e estabilidade na economia. “Não se cria emprego no grito”.

Por fim, o candidato Ciro Gomes (PDT) falou que sua proposta é gerar no primeiro ano 2 milhões de empregos, enquanto se enquanto faz a reforma tributária. “Temos que consertar as compras públicos e retomar as mais de sete mil obras paradas porque isso emprega. Lá fora, se financia a zero e aqui a 40%”.

Direto da Redação, Sandra Costa

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